Ilhas Galápagos

Um destino rico para ser visitado.

O Equador ainda não é muito explorado pelos viajantes, porém até conhecer mais sobre as Ilhas Galápagos. O primeiro “turista” a ser conquistado por esse arquipélago foi o naturalista Charles Darwin, que ali começou a pensar sobre a Origem das Espécies e a Teoria da Evolução.

Diversidades

Dono de uma grande diversidade natural, sua fauna e flora constituem a segunda maior reserva marinha do planeta. Em pleno século 19, a riqueza do ecossistema não só encantou o britânico como validou a teoria da evolução, que até hoje marca a vida escolar e acadêmica de muitos alunos ao redor do mundo.

O Arquipélago de Colón, nome oficial das ilhas do oceano Pacífico, está a 1000 quilômetros de distância da costa do Equador, o que o torna tão selvagem e inóspito em vários pontos. O ideal é ir até Quito, um dos principais destinos turísticos do país, na fronteira com o Peru, para chegar a ilha de Baltra, que recebe grande parte dos voos.

Diante de uma oferta de 13 ilhas principais em meio a dezenas de ilhotas, os turistas geralmente optam pelas que têm maior infraestrutura, como San Cristóbal (onde está a capital Puerto Baquerizo Moreno), Isabela e Santa Cruz, que é a segunda maior de Galápagos. Entre as preferidas dos visitantes também está a Española e Floreana. Em Puerto Ayora estão as melhores acomodações e também o porto de onde saem boa parte dos passeios. É possível avistar lobos marinhos descansando tranquilamente nos bancos e pelo chão da cidade.

No território turístico se dividem atrativos como mergulho entre baleias e tubarões, belas praias, passeios por grutas e vulcões, além de observação da fauna e da flora. As espécies variam de acordo com a ilha, tornando a viagem especialmente rica em termos de conhecimento e descoberta. Como cada ilha tem suas particularidades, mas vamos destacar alguns pontos de interesse a seguir.

O que fazer?

Visitar os vulcões Chico e Sierra Negra na ilha Isabela, avistar flamingos na praia de Garrapatero, ver leões-marinhos na Baía Tortuga, conhecer a jornada da evolução  e iguanas na Estação Científica Chales Darwin, se sentir minúsculo perto das tartarugas gigantes da Fazenda El Progresso e do Cerro Colorado, adentrar nos túneis de lava de Santa Cruz, admirar o exuberante cânion de Las Gretas, praticar snorkel na Ilha Bartolomé, pisar na Ilha Plaza Sul formada por magma vulcânico, percorrer o bosque com grandes espécies de cactos na Ilha Santa Fé, chegar até as crateras Los Gemelos, mergulhar na Playa Mann e pegar onda em Punta Carola, El Canón, e Tongo Reef.

Hospedagem em Galápagos

Recebendo muitos visitantes da Europa e do Estados Unidos, as principais ilhas oferecem acomodações variadas, inclusive de luxo. É o caso do Galapagos Safari Camp, na ilha de Santa Cruz, que possui apenas nove tendas rústicas ao estilo safári espalhados por 550 mil m².

Para quem busca por um lugar mais moderno, o isolado Pikaia Lodge é o mais adequado. Localizado no topo de uma cratera vulcânica, tem vista panorâmica e piscina de borda infinita.

Se prefere curtir o litoral e ter vista para o mar, procure pelo Hotel Solymar, o Hotel Angermeyer Waterfront Inn, o Hotel Finch Bay e o Hotel Isla Sol

 

Quando ir

Não há um período ruim para visitar as ilhas, mas tudo depende dos interesses do viajante. Entre junho e setembro; dezembro e janeiro, é período de alta temporada, dificultando reservas de última hora. Além disso, há um limite de visitantes por ilha, por isso é importante planejar essa viagem com antecedência. Entre dezembro e maio é época de chuvas e temperaturas altas. Entre março e abril algumas espécies florescem, deixando a paisagem mais colorida. A vida marinha é mais abundante entre junho e novembro, quando o clima está seco e o mar bem gelado!

 

Como chegar: saindo do Brasil, o ideal é comprar passagens rumo à Quito. Os voos geralmente fazem conexões no Panamá, Lima ou Bogotá. De lá ou de Guayaquil partem rumo a Ilha de Baltra, onde está o principal aeroporto de Galápagos. O governo só deixa adentrar no arquipélago quem possui passagens de ida e volta compradas, e reservas feitas em cruzeiro ou hotel com as mesmas datas do cartão de embarque.

Uma dica: vá com bastante tempo disponível, pois você ainda investirá tempo em trajetos de barco entre as ilhas e nos passeios, que podem demorar mais de quatro horas por vez. Um cruzeiro é mais indicado para não-aventureiros e para pessoas com poucos dias para conhecer o local.